Meio ambiente é o conjunto de forças e condições que cercam e influenciam os seres vivos e as coisas em geral. Os constituintes do meio ambiente compreendem clima, iluminação, pressão, teor de oxigênio, condições de alimentação, modo de vida em sociedade e para o homem, educação, companhia, etc.
As organizações e redes da sociedade civil da América Latina reunidas em Brasília, em outubro de 2003, por ocasião da Pré-Conferência Regional Sobre Energias Renováveis, dirigem-se aos ministros da região, reunidos neste evento, para manifestar apoio à iniciativa dos governos de incorporar em seus planejamentos do setor energético a introdução e aumento da participação das energias renováveis e a eficiência energética. Nesta oportunidade também apresentamos algumas propostas, como parte de uma estrutura mais ampla para a criação de um futuro baseado em energia sustentável que alcance, além das metas mencionadas acima, políticas que criem novos produtos e mercados sustentáveis, gerando mais empregos, distribuindo benefícios substanciais na área de saúde e reduzindo as tarifas de energia.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Áreas campestres são as mais prejudicadas no cerrado, conclui Embrapa
As áreas de campo, nas quais é mais fácil limpar os terrenos, foram as mais atingidas pela ocupação humana no cerrado. A conclusão é de estudo da Embrapa Cerrados (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).
A Embrapa terminou no início deste mês o detalhamento de sua pesquisa sobre a situação ambiental do bioma. Segundo o coordenador do estudo, Edson Sano, após divulgarem o “Mapeamento de Remanescentes de Cobertura Vegetal Natural do Cerrado”, em fevereiro, os pesquisadores se dedicaram a identificar e calcular o espaço ocupado por cada espécie de cobertura vegetal nas áreas naturais remanescentes e a forma como são utilizados os locais modificados pela ação humana.
O detalhamento demonstrou que 61% da área remanescente é coberta pela formação típica de savanas, uma mistura de vegetação arbórea, arbustiva e herbácea. Já a formação florestal, onde há predomínio das árvores caracterizadas por troncos retorcidos e com casca grossa, responde por 32% do total preservado. Por fim, apenas 7% do total são compostos de vegetação campestre – classificada como campo limpo, campo sujo ou campo rupestre, de acordo com a quantidade de arbustos e outras características.
As áreas de campo, nas quais é mais fácil limpar os terrenos, foram as mais atingidas pela ocupação humana no cerrado. A conclusão é de estudo da Embrapa Cerrados (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).
A Embrapa terminou no início deste mês o detalhamento de sua pesquisa sobre a situação ambiental do bioma. Segundo o coordenador do estudo, Edson Sano, após divulgarem o “Mapeamento de Remanescentes de Cobertura Vegetal Natural do Cerrado”, em fevereiro, os pesquisadores se dedicaram a identificar e calcular o espaço ocupado por cada espécie de cobertura vegetal nas áreas naturais remanescentes e a forma como são utilizados os locais modificados pela ação humana.
O detalhamento demonstrou que 61% da área remanescente é coberta pela formação típica de savanas, uma mistura de vegetação arbórea, arbustiva e herbácea. Já a formação florestal, onde há predomínio das árvores caracterizadas por troncos retorcidos e com casca grossa, responde por 32% do total preservado. Por fim, apenas 7% do total são compostos de vegetação campestre – classificada como campo limpo, campo sujo ou campo rupestre, de acordo com a quantidade de arbustos e outras características.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Encotro internacional discute o combate á poluição no ambiente doméstico
A contaminação das águas no Brasil aumentou cinco vezes nos últimos dez anos e o problema pode ser constatado em 20 mil áreas diferentes do país. Estes são apenas alguns dos pontos presentes no relatório “O Estado Real das Águas do Brasil”, lançado em Brasília pela Defensoria da Água, Cáritas e UFRJ
(Poluição causada por desastre na construção do carrefuor da asa norte).
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Poluição da agua
Quanto melhor é a água de um rio, ou seja, quanto mais esforços forem feitos no sentido de que ela seja preservada (tendo como instrumento principal de conscientização da população a Educação Ambiental), melhor e mais barato será o tratamento desta e, com isso, a população só terá a ganhar. Mas parece que a preocupação dos técnicos em geral é sofisticar cada vez mais os tratamentos de água, ao invés de se aterem mais à preservação dos mananciais, de onde é retirada água pura. Este é o raciocínio - mais irracional - de que a técnica pode fazer tudo. Técnicas sofisticadíssimas estão sendo desenvolvidas para permitir a reutilização da água no abastecimento público, não percebendo que a ingestão de um líquido tratado com tal grau de sofisticação pode ser tudo, menos o alimento vital do qual o ser humano necessita. Ou seja, de que adianta o progresso se não há qualidade de vida? A única medida mitigadora possível para este problema, na situação grave em que o consumo da água se encontra, foi misturar e fornecer à população uma água de boa procedência com outra de procedência pior, cuidadosamente tratada e controlada. Vejam a que ponto tivemos que chegar.
Enfim, a poluição das águas pode aparecer de vários modos, incluindo a poluição térmica, que é a descarga de efluentes a altas temperaturas, poluição física, que é a descarga de material em suspensão, poluição biológica, que é a descarga de bactérias patogênicas e vírus, e poluição química, que pode ocorrer por deficiência de oxigênio, toxidez e eutrofização .
Enfim, a poluição das águas pode aparecer de vários modos, incluindo a poluição térmica, que é a descarga de efluentes a altas temperaturas, poluição física, que é a descarga de material em suspensão, poluição biológica, que é a descarga de bactérias patogênicas e vírus, e poluição química, que pode ocorrer por deficiência de oxigênio, toxidez e eutrofização .
As causas da poluição atmosférica!
As causas da Poluição Atmosférica
Nos grandes centros urbanos e industriais tornam-se freqüentes os dias em que a poluição atinge níveis críticos.
Os escapamentos dos veículos automotores emitem gases como o monóxido (CO) e o dióxido de carbono (CO2 ), o óxido de nitrogênio (NO), o dióxido de enxofre (SO2 ) e os hidrocarbonetos. As fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e as siderúrgicas emitem óxidos sulfúricos, óxidos de nitrogênio, enxofre, partículas metálicas (chumbo, níquel e zinco) e substâncias usadas na fabricação de inseticidas.
Produtos como os aerossóis, espumas plásticas, alguns tipos de extintores de incêndio, materiais de isolamento de construção, buzinas de barcos, espumas para embalagem de alimentos, entre vários outros liberam clorofluorcarbonos (CFCs).
Todos esses poluentes são resultantes das atividades humanas e são lançados na atmosfera.
Nos grandes centros urbanos e industriais tornam-se freqüentes os dias em que a poluição atinge níveis críticos.
Os escapamentos dos veículos automotores emitem gases como o monóxido (CO) e o dióxido de carbono (CO2 ), o óxido de nitrogênio (NO), o dióxido de enxofre (SO2 ) e os hidrocarbonetos. As fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e as siderúrgicas emitem óxidos sulfúricos, óxidos de nitrogênio, enxofre, partículas metálicas (chumbo, níquel e zinco) e substâncias usadas na fabricação de inseticidas.
Produtos como os aerossóis, espumas plásticas, alguns tipos de extintores de incêndio, materiais de isolamento de construção, buzinas de barcos, espumas para embalagem de alimentos, entre vários outros liberam clorofluorcarbonos (CFCs).
Todos esses poluentes são resultantes das atividades humanas e são lançados na atmosfera.
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